domingo, 20 de março de 2016

A ARTISTA MEDIEVAL

Conheça a monja medieval que foi pioneira ao descrever orgasmo do ponto de vista de uma mulher
Virginia Mendoza | Madri | Yorokobu - 16/03/2016 - 10h00
Hildegarda de Bingen foi pintora, poeta, compositora, cientista, doutora, monja, filósofa, mística, naturalista, profeta e, talvez, a primeira sexóloga da história
Quando a Primeira Cruzada estava a ponto de chegar a Jerusalém, uma menina chorou pela primeira vez em Bermersheim (Alemanha). Hildegarda de Bingen nasceu em 1098 e se tornou um dízimo. Como décima filha que era, seus pais a entregaram à Igreja. Deixaram-na em um mosteiro de monges de Disivodemberg, o qual mantinha uma ala para mulheres dirigida por Jutta von Spannheim, que se tornaria mãe e instrutora da pequena Hildegarda. Tinha oito anos e havia começado a ter visões aos três, mas só depois dos quarenta começou a escutar uma voz que lhe dizia que escrevesse e desenhasse tudo aquilo que seus olhos e ouvidos alcançassem.
Tornou-se abadessa depois da morte de Jutta. Amedrontada por suas visões e previsões, ela convenceu o papa a lhe permitir escrevê-las, e foi assim que começou a registrar tanto as visões, como livros de medicina (que hoje consideraríamos superstição), remédios naturais, cosmogonia e teologia. A partir daí começou a relacionar-se com as autoridades eclesiásticas e políticas de sua época e se converteu em sua conselheira, algo impensável tratando-se de uma mulher.
Hildegarda de Bingen e seu legado são impossíveis de abarcar. Tanto que, apesar de ter sido recuperado depois da esperada canonização (que ocorreu em 2012), seu lado mais peculiar foi eclipsado por suas previsões. De tudo o que Hildegarda fez ao longo da vida, o mais desconcertante, surrealista e contraditório talvez sejam suas considerações sobre o orgasmo feminino, que bem lhe poderiam valer o título de primeira sexóloga da história. 
Hildegarda falava sem medo de sexo: de uma forma tão clara, como apaixonada. Foi a primeira a se atrever a garantir que o prazer era coisa de dois e que a mulher também o sentia. A primeira descrição do orgasmo feminino do ponto de vista de uma mulher foi a sua. Tinha uma ideia muito peculiar da sexualidade, levando-se em conta que era monja e vivia no século XII. Para ela, o ato sexual era algo belo, sublime e ardente. Em seus livros de medicina abordou a sexualidade, especialmente em Causa et Curae, onde deu mais detalhes:
Quando a mulher se une ao homem, o calor do cérebro dela, que tem em si o prazer, faz com que ela saboreie o prazer da união e atraia a ejaculação do sêmen. E quando o sêmen cai em seu lugar, esse fortíssimo calor do cérebro o puxa e o retém consigo, e imediatamente o órgão sexual da mulher se contrai e se fecham todos os membros que durante a menstruação estão prontos para abrir-se, do mesmo modo como um homem forte agarra uma coisa dentro de sua mão.
Como protofeminista, Hildegarda tinha uma imagem muito própria de Eva e do pecado original. Para ela, o único culpado foi Satanás, invejoso da capacidade da mulher de gerar vida.
Ana Martos Rubio escreve em História Medieval do Sexo e do Erotismo: “assim como para Agostinho de Hipona (Santo Agostinho) a concupiscência é o castigo de Deus, para Hildegarda, que não se atreveu a contradizê-lo e admitiu a ideia de que o pecado original era de luxúria, a culpa foi de Satanás, que soprou veneno sobre a maçã antes de entregá-la a Eva, invejoso de sua maternidade. Esse veneno foi, precisamente, o prazer, e seu sabor, o desejo sexual”. E continua: “O desejo sexual é o sabor da maçã, De Gustu Pomi, o título da obra de Hildegarda de Bingen na qual descreve o sabor da condição humana, o delicioso sabor que dá lugar à peçonha do vício, o prazeroso e embriagador sabor do pecado”.
Em A Medicina Sexual na História. Avanços e Controvérsias (Parte I), José Jara Rascón e Enrique Lledó García escrevem que Hildegarda “expõe na obra Liber Compositionae Medicinae (Livro de Medicina Complexa) a ideia de que em sua potência geradora, o homem possui três capacidades: o desejo sexual, a potência sexual (fortitudo) e o ato sexual (stadium)”. E se não ficou claro aos leitores, essa santa abadessa explica com muito realismo: “primeiro, a libido excita a potência, de modo que o ato sexual do casal se produz por um íntimo desejo mútuo”.
Seus poemas também parecem estar carregados de certo erotismo. Em O Tu Dulcissime Amator, um poema dedicado às virgens, incluído em Symphonia, diz:
Nascemos no pó,
ai!, ai!, e no pecado de Adão
É muito duro resistir
O sabor que tem a maçã
Eleva-nos, Cristo Salvador
Compartilhou todos os seus conhecimentos medicinais inspirada na própria saúde precária. Além disso, em Causa et Curae faz um arrazoado em favor da cerveja: “de sua parte, a cerveja engorda as carnes e proporciona ao homem uma cor saudável no rosto, graças à força e boa seiva de seu cereal. Em troca, a água debilita o homem e, se está doente, às vezes lhe causa malignidade ao redor dos pulmões, já que a água é fraca e não tem vigor nem força alguma. Mas um homem saudável, se bebe água às vezes, ela não lhe fará mal”. Tinha um remédio para a ressaca: molhar uma cadela na água e, com essa água, molhar a frente da pessoa afetada. Ninguém pode ser espetacularmente irrepreensível.

A saúde da abadessa era tão frágil que em várias ocasiões recebeu a extrema unção. Só em uma das vezes em que lhe deram por morta não despertou. E o fez em uma idade impensável numa época na qual a morte chegava em torno dos quarenta: com 82 anos morreu rodeada de suas monjas.
Oliver Sacks falou de enxaqueca para explicar suas visões, e o filme Visão da Vida de Hildegarda de Bingen reflete essas mortes como se se tratasse de catalepsia. Como se ela mesma tivesse feito o próprio filme mil anos depois, os diálogos estão baseados em frases textuais extraídas de seus tratados e cartas, e a trilha sonora foi composta por ela mesma.

O suicídio de uma monja grávida se transformou no detonador para requerer a ruptura com o mosteiro masculino no qual as monjas ficavam. Hildegarde propôs fundar um monastério somente para mulheres, inspirada por uma de suas visões, e conseguiu. Enfrentou a rejeição e ameaças dos mais próximos, mas entre os mais poderosos ninguém lhe negava nada. Assim conseguiu fundar o mosteiro que queria, Rupertsberg, mais perto do Reno. Para lá foi com uma vintena de monjas, algumas das quais se opuseram à sua decisão. Mas não fundou só um mosteiro: Elbingen foi o segundo, que visitava duas vezes por semana.
Para Hildegarde não era importante pertencer a uma ordem de clausura. Além de ter se transferido para o mosteiro e viajar para encontrar-se com políticos e clérigos, com mais de 60 anos saiu para pregar nas praças.
Tornou-se um mito entre a comunidade LGTBI por sua suposta homossexualidade e também um ícone popular e inspirador para diversos artistas. O cantor e compositor norte-americano Devendra Banhart lhe dedicou o tema Für Hildegard von Bingen. O escritor britânico Ken Follet iniciou com a história dela o seu documentário Journey Into the Dark Ages e reconheceu que Hildegarda inspirou Caris, a protagonista de seu livro Um Mundo Sem Fim. Foram atribuídas a Hildegarda disciplinas que nem sequer existiam no século 12, como a antropologia.


Falar de Hildegarda de Bingen é falar de arrepiantes visões apocalípticas, de remédios naturais para absolutamente tudo (atualmente um tipo de medicina alternativa alemã parte de seus escritos) e da primeira mulher que conseguiu ter acesso aos pecados alheios por meio da confissão. Inventou um idioma, a Lingua Ignota, com alfabeto próprio, que é considerada a primeira língua artificial e possível precursora do esperanto. É tida como a pioneira da ópera e há até quem, indo longe demais, se atreveu a considerá-la a primeira estrela do rock da história.
Andou de braços dados com reis e papas, denunciou os devaneios dos clérigos e sua voz foi tão valiosa como a dos homens quando as mulheres viviam no silêncio, em casa ou no convento. Mais do que cair no lugar comum, dizer que se adiantou a seu tempo é não fazer justiça à personagem. Ela foi muito mais longe do imaginável no século 12.
--
Publicado originalmente em espanhol pelo site Yorokobu
Traduzido por Maria Teresa de Sousa





quinta-feira, 17 de março de 2016

EM TEMPO OU TARDIO?

1901 - Onze anos após suicídio, quadros de Van Gogh são exibidos em Paris
Max Altman | São Paulo 
Os 71 trabalhos, que capturavam seus objetos com fortes pinceladas e cores expressivas, causaram viva sensação no mundo da arte  
Em 17 de março de 1901, quadros do pintor holandês Vincent van Gogh são exibidos na galeria Bernheim-Jeune em Paris. Os 71 quadros, que capturavam seus objetos com fortes pinceladas e cores expressivas, causaram viva sensação no mundo da arte. Onze anos antes, enquanto vivia em Auvers-sur-Oise, arredores de Paris, van Gogh cometeu suicídio sem ter qualquer noção de que seus trabalhos teriam um destino: o de conquistar a consagração, muito além de seus enlouquecidos sonhos.

Em vida, van Gogh tinha conseguido vender apenas um quadro por míseros francos. Recentemente, uma de suas pinturas – Os Girassóis da Yasuda – foi vendida num dos leilões da Casa Christie de Londres em 1987 por exatos 40 milhões de dólares.

Nascido em Zundert, Holanda, em 1853, van Gogh trabalhou como vendedor numa galeria de arte, como professor de idioma, como vendedor de livros e como evangelizador entre mineiros belgas, antes de se fixar em sua verdadeira vocação como artista plástico.

O que é conhecida como sua “década produtiva” começou em 1880, tendo se limitado nos primeiros anos quase que inteiramente em desenhos e aquarelas enquanto ia adquirindo competência técnica. Ele estudou desenho na Academia de Bruxelas e em 1881 estabeleceu-se na Holanda para trabalhar tendo como motivo a natureza.

Fase pós-impressionista

O seu mais famoso quadro do período holandês foi o sombrio e pouco sofisticado “Os comilões de Batata” (1885), que não escondia a influência de Jean-Francois Millet, um pintor francês famoso por seus temas campestres.

Em 1886, van Gogh passou a viver com seu irmão, Theo, em Paris. Lá, van Gogh encontrou-se com os mais destacados pintores franceses do período do pós-impressionismo como Henri de Toulouse-Lautrec, Paul Gauguin, Camille Pissarro e Georges Seurat. Foi bastante influenciado pelas teorias desses artistas e a conselho de Pissarro adotou o estilo de cores primárias bastante fortes, como o amarelo, para as quais o pintor atribuía significados próprios e pelo qual se tornou famoso. Seu quadro “Retrato do Pai Tanguy (1887) foi a sua primeira obra de sucesso em sua nova fase pós-impressionista. 
Em 1888, van Gogh, mentalmente exausto e sentindo estar se tornando um fardo para Theo, deixou Paris e passou a residir em Arles, no sudeste da França. O ano que se seguiu marcou seu primeiro grande período. Trabalhando com grande velocidade e intensidade, produziu um conjunto de obras magistrais como a série de girassois e o “Café Noturno”.

Orelha

Esperava formar uma plêiade de pintores com a mesma visão artística em Arles. Gauguin juntou-se a ele para dois tensos meses que culminaram quando van Gogh ameaçou Gauguin com uma lâmina de barbear para em seguida, subitamente, cortar um pedaço de sua própria orelha. Foi seu primeiro acesso de doença mental, diagnosticado como demência.

Van Gogh passou duas semanas no Hospital de Arles e em abril de 1889 internou-se no asilo de Saint-Remy-en-Provence. Ali permaneceu por 12 meses, continuando a trabalhar nos interregnos dos recorrentes ataques. Um dos grandes quadros desse período foi o visionário e em redemoinhos “Noite Estrelada” (1889).

Suicídio

Em maio de 1890, deixou o asilo, visitando Theo em Paris antes de passar a viver com Paul-Ferdinand Gachet, um médico homeopata, amigo de Pissarro, em Auvers-sur-Oise. Trabalhou com entusiasmo por diversos meses, porém, seu estado emocional e mental logo se deteriorou. No final de julho de 1890, sentindo-se que era um peso para Theo e outros, atirou contra si mesmo. Morreu dois dias mais tarde, em 29 de julho, nos braços de seu irmão.

Havia exibido algumas telas no Salão dos Independentes em Paris e em Bruxelas. Após sua morte ambos os salões realizaram uma pequena amostra de seu trabalho como homenagem póstuma. Na década que se seguiu um punhado de outras exibições de Van Gogh teve lugar, mas foi somente com a mostra da galeria Bernheim-Jeune em 1901 que foi reconhecido como um verdadeiro grande pintor. Nas décadas seguintes sua fama cresceu exponencialmente e hoje em dia suas obras estão entre as mais consagradas no mundo da arte





sábado, 27 de fevereiro de 2016

MÚSICA




Por que a música acalma o esforço

Por Curb icondamien Mascret - o 2013/10/22
Músculos consomem menos energia quando está fazendo exercício físico para a música , de acordo com um estudo alemão –belga

Texas, 1966. Estes prisioneiros americanos que caíram árvores em ritmo ignorar definitivamente, mas porque eles cantam, seus músculos têm menos esforço para fazer. Isto é o que acaba de demonstrar uma equipe da Universidade de Ghent e do Instituto Max Planck, em Leipzig através de sessenta voluntários. "A música não é um mero acompanhamento, torna-se parte do esforço", diz Le Figaro Dr. Thomas Fritz, autor sênior do estudo.
A música é conhecido por ser capaz de reduzir a percepção de esforço exigido durante a atividade física extenuante ", diz que os pesquisadores alemães-belga nos relatórios da Academia Americana de Ciências. Mas até lá, eles acrescentam, "pensou-se que a influência desta modulação foi devido ao efeito perturbador de música, esportes por exemplo, ser menos focada em sensações corporais, em parte desagradável, a realização de acompanhamento exercício extenuante ". Na verdade, os benefícios da música vão muito além.
Saber O ritmo na corrida.
Neste estudo, os voluntários foram, por vezes, realizar exercícios enquanto ouve a música de fundo transmitido por alto-falantes, por vezes, gerar sua própria música ao fazer os exercícios em dispositivos conectados a um gerador de som. O seu consumo de oxigênio foi simultaneamente avaliado através de uma máscara. "Os dados registrados mostram que a força usada não é diferente entre as duas situações, os investigadores notam, de modo que a sensação de esforço percebido pelos indivíduos não é devido a um esforço que seria, na verdade, ser menos importante." Para o Dr. Fritz, o mais surpreendente "é o poder deste efeito! A intensidade percebida do esforço reduzido para metade desde os primeiros 6 minutos ", diz Le Figaro.
Há muitos 'consumo de oxigênio diminui quando produzir música com o esforço em vez de apenas ouvir ", ou seja, os músculos consomem menos energia. Note-se que ouvir música não é completamente inútil, fisiologicamente falando, uma vez que outros estudos também descobriram que um melhor desempenho muscular entre os corredores no final de 1990. "Talvez, diz o Dr. Fritz, porque que os participantes estão mais relaxados. Mas, o efeito é mais pronunciado com um feedback musical. Acreditamos que isso vem de um controle emocional motor ".

A explicação é, por conseguinte, fisiológico. "O efeito da música, concluem os pesquisadores, é múltipla. Uma parte pode ser devido ao efeito calmante da música que leva a uma redução da tensão muscular e uma oxigenação mais eficaz. " A menos que seja, eles ainda especular "a ilusão dos desportos que ele produz-se por fazer música seu esforço." Corredores que às vezes surpreendente para ajustar seu passo no ritmo da música que vivem alucinação corporal, muscularmente mais rentável, sem saber?  FonteLle figaro




sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

'' NO MEIO DO CAMINHO TINHA UMA PEDRA. TINHA UMA PEDRA NO MEIO DO CAMINHO.''






O MEU DIREITO


No meio do caminho tinha uma sucata,
tinha uma sucata no meio do caminho.
No meio do caminho tinha um jardim,
tinha um jardim no meio do caminho.
No meio do caminho tinha um bar,
tinha um bar no meio do caminho.
No meio do caminho tinha um restaurante,
tinha um restaurante no meio do caminho.
No meio do caminho tinha vários objetos expostos para vender,
tinha vários objetos exposta à venda no meio do caminho.

Fazendo um trocadilho com a celebre frase do poeta,contista  escritor Carlos Drummond de Andrade. Com situações de no mínimo inusitada aqui em São José de Mipibu-RN- Brasil. De quem de direito é, aquela parte da frente de nossa casa, que chamamos de calçada? A quem pertence esse espaço?.Pois é, as calçadas desta referida cidade encontra-se desta forma e ninguém, ninguém mesmo resolve esse problema. quando afirmo que ninguém, refiro as três esfera nacional. Se bem que, tem lei nacional a quem de direito deve assumir tal responsabilidade.







O direito de ir e vir começa na porta da nossa casa

A livre circulação de pessoas é garantida por legislações federal, estadual e municipal. E, para que essa locomoção ocorra de forma segura, é necessário garantir o cumprimento não apenas das normas de trânsito, mas também daquelas relacionadas ao fluxo de pedestres.
As calçadas, que chamamos formalmente de passeios destinados ao uso público, têm uma única função: possibilitar que os cidadãos possam ir e vir com liberdade, autonomia e, principalmente, segurança. Uma cidade que privilegia a acessibilidade de circulação garante um direito previsto pela Constituição brasileira. Manter a calçada conservada e um dever de todos nós, população e poderes públicos


O artigo 5º da Constituição Federal estabelece o que se convencionou a chamar de direito de ir e vir de todos os cidadãos brasileiros. Ou seja, qualquer pessoa, livre ou não de deficiência ou mobilidade reduzida, deve ter o direito de poder chegar facilmente a qualquer lugar. A liberdade a que me refiro neste caso, é aquela que possibilitaria com que caminhássemos pelos passeios públicos sem nos deparar com desníveis, buracos, inexistência de ligação entre ruas e calçadas, rampas fora dos padrões, lixeiras, pontos de ônibus, bancas de jornais, bueiros destampados, ambulantes e pisos escorregadios.

Fonte: www.crea-mt.org.br



terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

VAQUINHA






VAQUINHA, é uma expressão popular, aqui na região do nordeste,  quando se quer comprar algo e
não tem o valor para adquirir tal objeto. Aqui, no bairro Novo Horizonte, próximo ao hospital, quando anoitece as ficam às escuras, os moradores da mesma, já ligaram para o cosern e a empresa orientou para procurar a PREFEITURA. Os moradores assim seguiu a orientação, chegando na secretaria obras, a desculpa foi o seguinte: Não tem lâmpadas e só no mês de março e quando for aberto uma licitação para comprar lâmpadas. Conclusão: Paga-se taxa de iluminação pública que é um absurdo e ainda vem com esse tipo de desculpa. ESTAMOS DE OLHO.

 vaquinha
0Significado de Vaquinha
s.f. Vaca pequena.
Bras. Pop. Rateio entre amigos, para pagamento de uma despesa ou obrigação comum; vaca.
Definição de Vaquinha
Classe gramatical: substantivo feminino
Separação das sílabas: va-qui-nha
Plural: vaquinhas